Sobre

Foto: Andrea Rebello
Oi, eu sou a pessoa por trás desse blog! Me chamo Elisa Alecrin. Sim, Alecrin é realmente meu sobrenome e, na verdade, meu nome é Fátima Elisa e eu costumava ficar brava quando me chamavam só de Fátima (porque é o nome que menos gosto), então comecei a me apresentar como Elisa (nome que meu irmão escolheu pra mim por causa da Lisa Simpson). Nasci no dia 24 de dezembro de 1991 e gosto demais dessa data. Adoro a época do Natal (e todo o clima de dezembro), apesar de só ganhar um presente (pois é). Sou capricorniana com ascendente em peixes (façam as contas, porque eu só sei o básico de astrologia).

Desde criança (e isso é brutalmente clichê, mas é verdade) meu maior sonho é ter a música como estilo de vida. Isso tudo ficou claro pra mim quando ouvi Sandy & Junior pela primeira vez (podem me zoar, eu não ligo - sou fã até hoje) e, desde então, eu culpo eles e o grupo Rouge (aserehe, sim) pelo meu envolvimento com a música. Mas foi na minha fase roqueira que eu comecei a me envolver de verdade. Quando eu tinha 13 anos comecei a aprender violão. Fui vocalista de uma banda até os 17 anos mais ou menos. Depois comecei a fazer vídeos pro YouTube. Já cantei na igreja também. E há alguns anos descobri o amor da minha vida: o ukulele.

Tá, mas o que você faz da vida? Cara, eu odeio essa pergunta porque sempre tenho a sensação que não fiz nada e não é verdade. Eu larguei dois cursos na faculdade (psicologia e estudos de mídia).  E é bem engraçado começar dizendo o que eu larguei, mas realmente não lido bem com o meio acadêmico e parei de me forçar numa coisa que me cobra demais um tempo que eu poderia investir no que realmente sei fazer: cantar. Então, nos últimos meses estou empenhada em gravar meu primeiro EP. E lancei recentemente meu primeiro single. Tenho muito caminho pela frente, mas sei o que eu quero e isso já é uma ajuda e tanto. Ah, e eu também tô empenhada a falar inglês fluentemente (passei anos estudando e tenho muita vontade de viajar pra fora do Brasil).


Ter blog surgiu na minha vida quando eu era adolescente, porque sempre fui muito reclusa e a internet era uma maneira de visitar o mundo sem sair do quarto (até hoje é meio assim pra mim, na verdade). Começou como uma forma de desabafar e depois virou uma maneira de compartilhar meu mundo e entender melhor o mundo fora da minha bolha. Escrever sempre me ajudou a ver as coisas de outra forma e eu passei a não me contentar só com a ideia de ter diários quando notei que minhas amigas de escola se identificavam com o que eu escrevia.

Então aqui, nesse pedacinho de terra desse planeta chamado internet, eu divido com vocês o máximo que minha cabeça confusa permite. Mas também estou presente e dividida em outras plataformas, que juntas ajudam a montar esse quebra-cabeça e a entender como o meu trabalho se dá no meio disso tudo que eu falei. E do que eu não falei também.