Sobre o filme "Her"

10:30

Yay! É a primeira vez que eu venho falar de algum filme no blog e vou logo avisando que aqui vai a opinião de uma mera espectadora. Filme bom pra mim é aquele que eu gosto (salvo os que eu gosto e sei que são ruins). Tenho uma preferência mortal por comédias românticas, filmes teen, animações e filmes que falem de relacionamento de alguma maneira minimamente real (que sempre vai ser mais bonito e romântico nas telas - mesmo que não termine no final feliz clichê).

Hoje eu quero falar de Her (ou Ela), ignorando totalmente sqn o fato de que esse filme ganhou um Oscar de Melhor Roteiro Original. Mas sério, vamos ao filme: 

Theodore (Joaquin Phoenix) é um cara solitário, escritor, que tá vivendo a vidinha dele, meio que sofrendo com um processo de divórcio. Um belo dia (porque sempre tem um belo dia pro filme acontecer...), ele compra um novo sistema operacional pro seu computador. Mas os computadores nesse filme não são comuns. E os sistemas operacionais menos ainda. Tanto é que graças à inteligência de Samantha (Scarlett Johansson), Theodore se apaixona pela voz que habita o seu computador.

É bizarro se você parar pra pensar que o cara se apaixonou por uma máquina? Sim. Mas, como uma romântica disfarçada e inata, eu achei o romance desse "casal" bem explorado. Primeiro porque eles não podem se ver nem se tocar. Segundo porque mesmo com essa "barreira" eles compartilham momentos e aprendem um com o outro. Porém, esse é obviamente um romance impossível. O que não tira do relacionamento irreal as características reais de relacionamentos normais. 



Não sei se vocês repararam no final do trailer (também não sei se vocês viram, mas vou trabalhar com a hipótese de que sim), mas tem uma música muito gracinha que ele toca no ukulele e ela canta. Sim, eu fiquei louca nessa música e já ouvi várias vezes:



Ah, quase me esqueço! O bacana do filme (que vamos nos lembrar mais uma vez: é totalmente fora da realidade e altamente não aconselhável mesmo que as máquinas possuam inteligência emocional) é que ele nos faz lembrar de relacionamentos reais. De pessoas que não estão próximas e que, graças à tecnologia podem fazer parte do nosso dia a dia. E eu, particularmente, lembro de todos os meus amigos que moram longe de mim (e são muitos), mas que a internet me permite manter por perto, mesmo a quilômetros de distância.

Falei à beça! Mas acho que deixei todas (ou quase todas) as minhas impressões sobre o filme. Espero que gostem e a gente se vê mais essa semana, com novidades e tudo mais.
Beijos e até

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